domingo, 16 de maio de 2010

Não perca: Tico Tico no próximo programa
















Tico-tico e a repórter Rafaela Borges

Antônio Martins, o Tico-Tico, ficou famoso no meio político de Juiz de Fora, em 2008. O vereador, conhecido por seu bordão "me ajude, me ajude, me ajude", é o personagem que você confere no Estranhos Conhecidos, dia 21 de maio, ás 20h na Rádio Facom 103,9 FM ou pelo site www.radiofacom.ufjf.br.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Estreia amanhã!!!














Os Repórteres do primeiro programa, Fabrício Delamare e Vítor José, com a entrevistada Érica Salazar.



A jornalista Érica Salazar é a convidada de estreia do programa Estranhos Conhecidos, no próximo dia 23 de abril, às 20h na Rádio Facom FM 103,9. Em uma entrevista descontraída para os repórteres Fabricio Delamare e Vitor José, a apresentadora da TV Panorama falou sobre carreira, família e o que aprendeu no teatro, quando esteve no Grupo Divulgação.

Porque você escolheu o jornalismo?
Érica: Sempre tive em mente fazer jornalismo, mas não sabia exatamente o que era isso; gostava de escrever textos e poesias, mas não imaginava direcionar isso para a área, além de não conhecer nenhum jornalista. Fiz vestibular para direito e não passei, decidi fazer psicologia e, após um semestre resolvi ir para a comunicação. Depois disso curti cada dia do novo curso.

Você tem alguma inspiração?
Érica: São muitas. Hoje em dia gosto muito do Marcelo Canellas [repórter da TV Globo em Brasília], da Renata Vasconcellos e do Marcio Gomes [apresentadores do ‘Bom Dia Brasil’], porque acho que eles representam a naturalidade com a qual a TV deve ser encarada.

Que tipos de comentário você ouve nas ruas?
Érica: Ouço de tudo. As pessoas costumam dizer você é muito competente, linda e maravilhosa, gosto muito do seu trabalho e até comentários de pessoas dizendo que seus filhos não perdem o telejornal [MGTV].

O que é credibilidade para você?
Érica: Credibilidade não é somente ser a ‘mocinha que apresenta o jornal’. Por traz disso tem a jornalista que foi pra rua e apurou a matéria, sabendo muito bem o que está falando.

Quais as reportagens que mais lhe marcaram?
Érica: Uma boa reportagem foi a que fiz em uma caminhada de uns nove quilômetros entre Paraibuna e Simão Pereira. Estava com microfone, bateria, bloco e salto. Foi uma caminhada com pessoas do Brasil inteiro e eles traçavam um mapa da Estrada Real; fiz amizades incríveis.
Outro jornal marcante foi o da morte do Antônio Marcos, companheiro de faculdade e de televisão. Era uma edição em que eu lia as manchetes, e, no intervalo eu chorava. Em seguida retocava a maquiagem e voltava ao ar.

No primeiro exemplar do ‘Panorama’ você foi capa do caderno de TV com o apelido de ‘loirinha das sete’. Como surgiu esse apelido?
Érica: Na verdade foi um rótulo, criado pelo dono da emissora [Omar Peres] quando ele a comprou, mas foi só uma manchete. As pessoas me chamam mais de ‘a mulher do jornal’, o apelido ficou só no jornal mesmo.

Você pensa em apresentar um programa?
Érica: Sim, eu gosto muito dessa editoria ligada aos jovens ou então voltada para o comportamento. Gostaria muito de uma oportunidade assim.

O que você mais gosta de fazer fora do trabalho?
Érica: Acho que JF tem boas opções, mas não sou muito de sair, gosto de uma boa conversa, vou muito a livrarias. Sinceramente não sou muito de luxo, vou até em boteco de esquina, desde que com pessoas bacanas.

Como foi que você entrou para o teatro?
Érica: Conheci o teatro através da Faculdade. Permaneci no Grupo Divulgação durante dois anos. Fiz, ao todo, quatro peças, além de viajar bastante. Ali, eu conheci um teatro que não era só o palco, pois eu aprendi a costurar cozinhar, fiz faxina e fui contra regra.

Você é uma pessoa totalmente família?
Érica: Totalmente. Família pra mim é a base. Um bando de italianos juntos,imagina, é chorar e beijar ao mesmo tempo (risos).

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Quer saber sobre ela?
Amanhã, às 20h na Rádio Facom.
http://www.ufjf.br/radio